Sabemos que a vida em comunidade não é fácil e a presença de animais em condomínios é um bom exemplo, já que este é o motivo de vários conflitos entre moradores. A maioria das reclamações são referentes ao excesso de barulho e sujeira nas áreas comuns, porém a lei garante o direito das pessoas a terem um pet desde que o mesmo não atrapalhe a saúde, sossego e a segurança de seus vizinhos.

Então, é muito importante que todos estejam cientes dos seus direitos e deveres. Neste artigo vamos compartilhar algumas dicas para cada um dos interessados: o síndico, o tutor e para o morador incomodado. Assim, todos saberão como agir para que a convivência seja a mais harmoniosa possível.

Dicas para o síndico

Em qualquer situação de conflito o papel do síndico é de mediador e seu objetivo é levar a um acordo das partes e resolução do problema em questão, estando atento e garantindo o cumprimento do regimento interno.

Transtornos causados por tutores de animais de estimação podem ser prevenidos com a adesão de algumas medidas:

Entre as normas que podem ser implantadas, podemos destacar:

O mais importante é o síndico saber como e quando deve intervir.

Dicas para o tutor do animal

Certamente, quem escolhe manter um animal de estimação não o faz com o intuito de causar algum incômodo para os vizinhos. Mas, algumas medidas simples fazem com que convivência seja facilitada:

O essencial é ter bom senso, cuidado com o bicho e empatia para com os vizinhos.

Dicas para o morador incomodado

Independente da reclamação, quem se sente incomodado precisa lidar com a situação com calma e se mostrar aberto ao diálogo. Mas, o primeiro passo é estar ciente do que fazer quando algo assim acontecer:

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